Minas Gerais marcou presença na 30ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), realizada em Belém (PA), para tratar de descarbonização. O estado é um dos líderes na agenda de descarbonização e governança climática, com a produção de etanol e com a utilização de carvão vegetal na fabricação de ferro gusa.
A secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Marília Melo, representou o governo de mineiro, destacando temas estratégicos como biocombustíveis, financiamento climático e transparência na implementação de políticas públicas ambientais.
Minas é atualmente o segundo maior produtor de etanol do país. “Minas Gerais tem um diferencial na produção de etanol, o que nos dá condições de reduzir a emissão de gases de efeito estufa, principalmente com o uso do etanol como combustível de transporte”, afirmou Marília Melo. “Apresentamos também metas de aumento do uso de biocombustíveis e nossas iniciativas com biogás e biometano, ampliando a diversificação da matriz energética mineira”, completou a secretária.
Dados da UNEM (União Nacional do Etanol de Milho) dão conta que 27% da produção nacional de etanol é derivada do milho. Neste processo, são necessários entre 300 e 350 de quilogramas de biomassa para processar uma tonelada de milho, o que resulta em aproximadamente 450 litros de etanol.


